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Igreja da Escócia libera casamento gay entre pastores

A Igreja Nacional Escocesa –conhecida como The Kirk– adota uma postura tradicional sobre o casamento entre homem e mulher, mas autoriza cada congregação a decidir por si mesma se deseja nomear um pastor ou um deão homossexual.

A Igreja Nacional Escocesa adota uma postura tradicional sobre o casamento entre homem e mulher, mas autoriza cada congregação a decidir por si mesma se deseja nomear um pastor ou um deão homossexual.



A Assembleia geral da Igreja da Escócia votou neste sábado(21), a favor do casamento gay entre seus pastores e os que optarem por esse matrimônio continuem a exercer seu ministério dentro da instituição.

A histórica votação, realizada em Edimburgo, possibilita que os pastores estejam casados com pessoas de seu mesmo sexo, mas não permite a celebração de uniões homossexuais dentro da igreja.

O resultado da votação – 339 votos a favor e 215 contra – se segue a um ano de deliberações sobre um assunto que gerou divisões dentro da instituição.

No ano passado, a Assembleia deu sinal verde para que os pastores homossexuais dessa instituição formassem uniões civis.

A Igreja Nacional Escocesa – conhecida como The Kirk – adota uma postura tradicional sobre o casamento entre homem e mulher, mas autoriza cada congregação a decidir por si mesma se desejam nomear um pastor ou um deão homossexual.

Qualquer outra consideração mais ampla do enfoque teológico do casamento homossexual não será realizada até que o Fórum Teológico apresente um relatório à igreja escocesa no próximo ano.

A votação de hoje diferenciará esta instituição da Igreja da Inglaterra, que proíbe seus religiosos de se casarem ou terem uniões civis com pessoas do mesmo sexo e se negou a permitir matrimônios gays.

A cerimônia formal de inauguração da Assembleia deste ano da Igreja escocesa contou com a presença da ministra principal da Escócia, Nicola Sturgeon, e durante o ato foi lida uma carta da rainha Elizabeth II.

“Em um momento de agitação no mundo, é reconfortante ouvir que a Igreja da Escócia fez com que seja uma prioridade trabalhar para desenvolver uma resposta coordenada a problemas que afetam refugiados e solicitantes de asilo”, diz a carta da monarca, voltada à atitude escocesa para com os refugiados. Com informações Terra – Agência EFE Notícias

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